2011/05/29

Bem observado! Pequenas causas, grandes motivos


Escrito por João Xavier, e mesmo com este título: "O pinehiro munomental de Quarteira", no blogue As Plantas. Com a devida vénia, transcrevemos o texto:
O pinheiro monumental de Quarteira é um exemplo de como menosprezamos o nosso património natural.

Árvore majestosa já com longa vida, foi cercado por uma urbanização com um tal desmazelo que ficou apertado sobre um passeio pedonal que ele próprio inviabiliza e ainda com diversos troncos cortados para não incomodarem o trânsito!…

Este pinheiro manso já vai com cerca de 14 metros de altura, uns 20 metros de diâmetro da copa e um megatronco que lhe dá um aspeto imponente.

Que tal dignificarmos o pinheiro monumental de Quarteira (nas traseiras da Escola EB1 nº 2 de Quarteira), criando-lhe um espaço ajardinado em vez do alcatrão?
Está tudo dito.

2011/05/28

Loulé de outro tempo. Cada um de nós não é um museu mental?

A vermos fotografias antigas é que sentimos a diferença entre o bom e o bonito. Por vezes, o que parece ter sido mais bonito não era tão bom, e o que possa parecer como tendo sido melhor, se calhar não era mesmo nada bom... Quem nasceu e cresceu em Loulé sabe que esta é uma das terras que obriga a que cada um seja museu mental.

Cliquem e façam então a experiência museológica:

2011/05/27

Álbum. Fotos deste jantar de maio

Como já devem ter reparado, o álbum das fotos do jantar de ontem (26) está colocado na coluna ao lado. As fotos são visíveis em sequência aleatória, bastando clicar sobre a foto pretendida para a ampliar em janela autónoma e a partir daí... imprimir ou guardar para mais tarde recordar.

Estiveram 37. Mas há 1.000 fotografias e 2 louletanos que ficam na nossa memória

Terminou às tantas. Como se previa, pelas ausências justificadas, o dobro de imprevistos bem explicados e uma dissidência de rombo (falaremos da dissidência!), foram 37 as presença no jantar louletano deste quase final da primavera de 2011 - metade do habitual. Mas isso em nada feriu a alegria de encontros e reencontros, o entusiasmo na troca de ideias, enfim, a suavidade que inundou os espíritos quando se projetaram na parede imagens de Loulé de outrora e de agora, ruas, esquinas, portas conhecidas e malandrices contadas. E enquanto isso corria, fotografias de todos e cada um, muitas fotografias, mil. Iremos colocando aqui as que não se atropelem

Fora de brincadeiras, dois louletanos que estiveram no centro do encontro: o eng. João Farrajota Rocheta que vestiu navios e o comendador Álvaro Clemente que evitou que muito rei andasse nu.

Com mais vagar, descreveremos a sessão. Mas, para já, como quatro imagens valem mais que quatro mil palavras, aqui fica o remédio para esse inconveniente do palavreado e cada um que faça a legenda:




2011/05/25

Medalhas. Ouro, Prata e Bronze

A 2 de junho, Dia do Município, o reconhecimento público de Loulé, em cerimónia marcada paras as 10:45, na câmara:
    Medalha de Grau Ouro: João Cravinho, munícipe do Concelho de Loulé, destacou-se pelo seu apoio, enquanto governante, à obra de reabilitação urbana de Alte
    Medalha de Grau Prata: Horácio Cavaco Guerreiro (natural da freguesia de Salir, um dos primeiros presidentes da Região de Turismo do Algarve), Ateneu Comercial e Industrial de Loulé (instituição fundada em 1897), e QUARPESCA (Associação de Pescadores e Armadores de Quarteira)
    Medalha de Grau Bronze: a título póstumo, Valério Clara Chocalateiro (antigo ciclista do Louletano, falecido a 4 de março passado), e, também a título póstumo, Fernando Soares (dirigiu durante 32 anos o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, falecido em janeiro de 2009)

Jantar de maio. É p'rá'manhã, 26!

Este alerta chega com atraso: os Louletanos em Lisboa juntam-se amanhã, no primeiro dos jantares de 2011, a partir das 19:30, no restaurante ResPública, na Rua da Misericórdia, 95 (ao Chiado).

Convidado especial: comendador Álvaro Clemente...
Homenagem especial: eng. João Farrajota Rocheta, 102 anos.

2011/02/05

Com a devida vénia. Loulé já foi assim

Com a devida vénia, reproduzimos.

2011/01/26

João Cravinho. É de ouvir

João Cravinho vai falar amanhã, em Loulé (21:00) sobre como "Vencer a corrupção, pela despartidarização da administração pública e pela transparência, responsabilização e participação cívica". É o título da conferência. Sobre o que é, vale a pena dizer mais alguma coisa a não ser que é de ouvit?

2011/01/18

Próximo encontro. 26 de maio

O próximo encontro louletano em Lisboa, está marcado: 26 de maio, uma quinta-feira. Retoma-se assim a tradição dos jantares marcadaos para esse dia da semana e que a juventude começa a entrar para estes convívios, se algum louletano fizer 26 anos em tal data, não será cantada essa coisa batida e gasta do Parabéns a você, mas seguramente aquilo o nosso João de Deus nos deixou para ser musicado;

      Com que então caiu na asneira
      De fazer na quinta-feira
      Vinte e seis anos! Que tolo!
      Ainda se os desfizesse…
      Mas fazê-los não parece
      De quem tem muito miolo!

      Não sei quem foi que me disse
      Que fez a mesma tolice
      Aqui o ano passado…
      Agora o que vem, aposto,
      Como lhe tomou o gosto,
      Que faz o mesmo? Coitado!

      Não faça tal; porque os anos
      Que nos trazem? Desenganos
      Que fazem a gente velho:
      Faça outra coisa; que em suma
      Não fazer coisa nenhuma,
      Também lhe não aconselho.

      Mas anos, não caia nessa!
      Olhe que a gente começa
      Às vezes por brincadeira,
      Mas depois se se habitua,
      Já não tem vontade sua,
      E fá-los, queira ou não queira!

        Falta a música.

      Bons encontros. Para mais tarde recordar...

      Primeiro as imagens, as legendas virão depois... Jamias se pode errar sobre quem é quem, embora todos tenhamos a certeza de quem está aqui.



      2011/01/17

      É preciso dizer quem é?

      Bons encontros. Disso não restam dúvidas

      E como a memória precisa de ajuda - o que não lhe fica mal - o jantar dos louletanos é coisa de paz e de bons encontros. Três exemplos? Três exemplos:



      2011/01/10

      É justo. Quem teve a ideia

      Houve coincidências de pensamentos e sentimentos, mas o arranque dos encontros louletanos em Lisboa ficou a dever-se ao nosso querido amigo Otávio Seruca. Discreto como sempre mas eficaz como algumas vezes, o Otávio acordou o bichinho e, na inteira propriedade do termo, é um verdadeiro engenheiro do ambiente louletano. É justo registar. E aqui o temos no último jantar. Não perdeu um, desde 2003.

      Quem entrou atrasado... deu de caras com esta gente


      E o resto a máquina não apanhou.

      Esclarecido está. Centro Cultural e Casa da Cultura

      A propósito do que António Laginha disse no jantar em Lisboa, suscitou alguma confusão aquela pequena troca entre "Centro Cultural" e "Casa da Cultura". Ora, ele disse, e bem, que Loulé necessita de um Centro Cultural, coisa volta e meia pensada mas sempre adiada. Casa da Cultura (associação) há, o que não há, em Loulé, é um Centro Cultural (instituição pública agregadora), que de há muito faz falta e não se substitui com o Cine-Teatro remodelado, o Convento de Santo António aproveitado, a Casa do Pombal reciclada, a Biblioteca arejada ou com o Arquivo a recentrar memórias. Havemos de voltar ao tema de um Centro Cultural que, segundo muitos pensam devia ser construído de raiz. E já agora, tem havido aqui uma falha, a de não termos colocado um link para a página da Casa da Cultura de Loulé que devemos apoiar, seguir e participar criticamente nas suas atividades que não são poucas, com destaque para o teatro.

      2010/12/18

      Ora, cá estamos! Bom Natal!

      Bom Natal para todos e que 2011 seja um ano de saúde e serenidade, pois todos precisamos de saúde para termos seremidade e de serenidade para enfrentarmos o que sabidamente está para vir e que não é uma pera doce. E já agora, os que se dirigirem a Loulé têm um presépio à disposição, como foi prometido no último jantar. Quem lá esteve sabe oinde fica e quem não esteve sabe como obter o endereço. Bom Natal!

      2010/11/24

      Lembranças. É da vida

      Pois todos nós nos lembrámos de Rogério Fernandes, Carlos Mendes Rodrigues e Hélio Guerreiro. São do património da nossa afetividade e têm dentro de cada um de nós o nome de uma grande rua.

      Luar de Quarteira. Aqui vai


        Avé Lua Cheia de prata,
        que o penhor é connosco,

        manuscrita pareceis vós com todos os caracteres
        e manuscrito é o fruto do Vosso ventre, essa Luz.

        Canta Lua, nesse apogeu,
        cantai por nós, observadores,
        agora e antes que, sem sorte, uma nuvem Vos corte.
        Além.


        Carlos Albino

      2010/11/23

      Inscritos... 53 Louletanos

      Para o jantar desta noite, estão inscritos 53 louletanos em Lisboa. Poderá aparecer mais um ou outro, mas em véspera de greve geral e com tanto carro de combate adquirido para a PSP, mais louletanos do que aqueles, poderia ser suspeito...

      Fora de brincadeiras: um bom número na retomada dos encontros.

      2010/11/21

      No Facebook

      A página está criada na rede social - podem entrar, é só bater à porta. A casa ainda está vazia, mas não admira.

      2010/11/20

      António Laginha. Janta connosco

      António Laginha - louletano, pois claro - vai estar connosco no jantar de terça-feira (23) e abrirá conversa sobre a situação ou o panorama do espetáculo em Loulé. Ele percebe do assunto e agora que o renovado Cine-Teatro se prepara para reabrir, o tema vem a propósito.

      Licenciado em Arquitectura, pela Escola Superior de Belas Artes da Universidade Técnica de Lisboa (1978), e membro da Ordem dos Arquitectos - nº 1417, António Laginha estudou dança no Conservatório Nacional e na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, na Juilliard School, em Nova Iorque, e na Universidade de Nova Iorque (Tisch School of the Arts) onde obteve o grau de Mestre em Belas Artes (1997), posteriormente reconhecido pela Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa, onde é, actualmente Doutorando.


      Como bailarino, pertenceu sucessivamente ao Ballet Gulbenkian e à Companhia Nacional de Bailado, tendo sido co-fundador e o primeiro professor da Companhia de Dança de Lisboa. Seguidamente dançou em várias companhias nos Estados Unidos da América (Lincoln Center Touring Program, Westchester Dance Theatre e Delaware Dance Company).


      Leccionou em diversas escolas nacionais – Escola Superior de Dança e Instituto Universitário Afonso III, entre outras – e estrangeiras: Harkness House – NYC, Universidade de Curitiba, Universidade de Minas Gerais (Belo Horizonte) e Centro Cultural Las Condes (Santiago do Chile) e foi professor convidado da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.


      Desde 1983 que é membro da Associação de Críticos de Dança dos Estados Unidos da América e está representado com artigos e em espectáculos gravados, na Dance Collection do Lincoln Center for the Performing Arts, de Nova Iorque (EUA).


      Entrevistou, entre outros, Rudolfo Nureyev, Mikhail Baryshnikov, Maurice Béjart, Fernando Bujones, Alicia Alonso, Alexandra Danilova, Anna Sokolow, Sylvie Guillem, Manuel Legris, Reinhilde Hoffman, Milton Myers, Lar Lubovitch, Boris Eifman, Trisha Brown, Yoshiko Chuma, Deborah Jowitt, Carolyn Carlson, Ekaterina Maximova, Joaquín Cortés, António Marquez, Antonio Canales, Isabel Santa-Rosa, Carlos Trincheiras, Olga Roriz, Vasco Wellenkamp, Ricardo Pais e Nuno Côrte-Real.


      Paralelamente à actividade de professor universitário também produziu e organizou diversas exposições nomeadamente “25 Anos da Companhia Nacional de Bailado”, na Galeria Gymnasio (Lisboa), “Dança Que Passa”, na Biblioteca Municipal de Algés e “Paula Pinto – 20 anos no Ballet Gulbenkian”, “Danças”, pintura de Vincent MacKoy, “Margarida de Abreu – retrato de uma pioneira” e “A Volta ao Mundo (da dança) em Oitenta Cartazes”, no Centro de Dança de Oeiras.


      Tem também feito produção de espectáculos, designadamente para o grupo Batoto Yetu-Portugal, a Companhia de Dança de Deborah Colker e o White Oak Dance Project, de Mikhail Baryshnikov.


      Foi um dos organizadores do primeiro espectáculo de bailado apresentado no Centro Cultural de Belém, o coreógrafo da primeira gala de dança aprsentada na Culturgest, o produtor da Gala de Homenagem a Carlos Trincheiras, no Teatro S. Luiz – filmada para a RTP – e responsável pela programação de dança do Teatro da Trindade, tendo trazido a Portugal o Nederlans Dans Theater III, a grupo alemão S.O.A.P (de Rui Horta) e a bailarina-solista canadiana Margie Gillis.


      Produziu e apresentou vários ciclos de conferências-demonstração intitulados "Ver a Música e Ouvir a Dança", no Teatro Maria Matos, inseridos nos Encontros Didácticos da Câmara Municipal de Lisboa (1992) e no Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras (1998, 99 e 2000), no concelho de Oeiras.


      O projecto de dança infanto-juvenil, "Uma Fenda no Tecto", foi distinguido com um subsídio do Ministério da Cultura (IPAE) para apresentações ao longo do ano 2000.


      Coreografa desde 1977, estando representado em diversas companhias portuguesas, brasileiras e norte-americanas. Colaborou com alguns encenadores coreografando peças de teatro (João Silva, do Grupo Terapêutico do Júlio de Matos e outros) e na ópera “As Bodas de Fígaro”, encenada por Luis Miguel Cintra para o Teatro Nacional de S. Carlos e filmada pela RTP.


      Recebeu o 2º Prémio do 1º Concurso Coreográfico Nacional, em 1985, o Prémio Prestígio do Festival de Dança de Joinville (Brasil), em 1990, o Prémio Revelação Para a Literatura Infantil do Ministério da Cultura /APE, em 1998, com a obra “O Segredo de Natália” (Difel) e o Prémio da Associação Primo Canto, em 2002.


      Em Julho de 2001 fundou o Centro de Dança de Oeiras que, desde então, dirige e onde também lecciona. Dirige também o Centro de Pesquisa e Documentação de Dança, que possui o mais importante acervo documental de dança existente no País.

      2010/11/16

      Aleixo. Acordou há 61 anos

      Ou não seja verdade que...

        O homem sonha acordado;
        Sonhando a vida percorre…
        E desse sonho dourado
        Só acorda, quando morre!

      Se os Algarvios tivessem força em Lisboa, representassem alguma coisa ou alguma coisa de peso coletivo fossem, António Aleixo seria hoje evocado nem que fosse com uma coisinha simples para assinalar o dia em que ele acordou há 61 anos. Mas que má sorte para o Algarve em Lisboa.

      2010/11/15

      A gente no Facebook. Em breve

      Sim. Em breve a Gente Louletana abre página no Facebook.

      Próximo jantar louletano em Lisboa. Dia 23 (19:30) no Centro de Congressos da Junqueira

      Após interrupção mais longa do que se esperava, a realização do próximo jantar-convívio de Louletanos de todo o concelho, radicados na região da Grande Lisboa, está marcado para dia 23 de novembro (terça-feira), a partir das 19:30, no restaurante Espaço Tejo (Centro de Congressos de Lisboa - Praça das Indústrias).

      Foi criado um blogue especialmente votado ao encontro (clicar http://www.louletanosemlisboa.blogspot.com/ ) onde constam os detalhes do convívio.

      Inscrições, confirmações e outras complicações podem ser feitas ou dirimidas para o email louletanosemlisboa@gmail.com

      2007/02/22

      Corso. O tema do Carnaval foi apenas bom no seu género

      Apito? O tema do nosso Carnaval - Do Apito Dourado à Folia do Carnaval - não foi um tema feliz. É coisa mais do Norte, do Porto, algum pingo em Faro, nada tem a ver com Loulé, não foi tema susceptível de cair na graça louletana e de mobilizar o gracejo louletano. E assim se vai convertendo o corso numa procissão que desfila perante gente cada vez mais apática. Há qualquer coisa que está mal.

      2006/07/21

      Castelo de Loulé abre-se aos olhos. Mas há sempre um "mas"

      Belo Castelo. Em boa hora, decidiu a Câmara adquirir e mandar demolir casario sem valor arquitectónico de monta e que obstruia a visibilidade das imponentes torres do Castelo (reconstruido), ali pela Rua da Barbacã. Todavia, o Castelo de Loulé não é só aquilo, é muito mais. No site oficial do Município afirma-se, e muito bem, que «Do primitivo Castelo Almorávida/Almóada resta, praticamente intacta, a torre albarrãn em taipa (Torre da Vela) situada na antiga Rua da Corredora». Estranha-se que seja esta mesma torre de mais elevado valor e vincada referência histórica, a ser alvo de atropelos à esquerda e à direita, pelas traseiras e qualquer dia pela frente. A permitida reconstrução de uma casa particular pegada à torre e muralha contígua, é incompreensível. A Torre da Vela (tal como a Torre da Matriz que tem mais do que se lhe diga, pese aos fundamentalistas de sacristia) essa sim, é mais do que um ex-libris de Loulé - é uma larga passada da consciência da terra.

      2006/07/19

      Mapa interactivo de Loulé. E do Algarve, claro...


      Exactamente. Não entra em casa, mas pouco falta... Aí temos uma excelente ferramenta para observar panorâmicas e pormenores da Região - mapas interactivos colocados à mão de semear pelo projecto Algarve Digital (clicar AQUI), em boa hora posto em marcha.

      Ruas, sítios... está lá tudo, incluindo o concelho de Loulé, da serra ao mar. Vá directamente clicando AQUI. É só introduzir o que se pretende ver.

      2006/07/06

      Ficou sempre de São Francisco... ...apesar dos dois outros nomes num século

      Postal a partir de fotografia pintada, provavelmente dos anos 20 do século passado (clique na foto para ampliar e depois retroceda para regressar ao site).


      O Largo de São Francisco (denominação devida à igreja) com a implantação do regime republicano passou a Largo da Liberdade, e depois, com o regime autoritário, passou a chamar-se Largo António Oliveira Salazar que nunca entrou no ouvido. Com a recolocação do regime democrático voltou a ser o que sempre foi - de São Francisco.

      Se repararem, havia lá um coreto, embora tosco mas, enfim, coreto. A imagem é de tempo anterior antes do simpático jardim onde foi plantado o busto de Ataíde d'Oliveira que escreveu muito e disse poucas verdades, jardim que recentemente se transformou num mostruário de mau gosto caprichoso.

      2006/07/01

      Blogs de Louletanos? Façam favor de...

      Blogs de Louletanos? Louletanos com blogs? Façam o favor de enviar o endereço para a gente. Vamos criar um quadro de ligações.

      Seruca Emídio na reunião de Outubro. Confirmado

      O Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Seruca Emídio, confirmou já a sua presença na reunião de Outono da Gente Louletana, em Lisboa (26 de Outubro). O núcleo de imagem do grupo também prepara para esse encontro uma projecção de slides que promete... E não é tudo: haverá um momento musical.

      Rosa Montero em Loulé. Momento inesquecível na Alcaidaria

      A escritora espanhola Rosa Montero, figura de primeira linha da intelectualidade do País vizinho, falou ao lado de Lídia Jorge, numa sessão inesquecível (ontem, na Alcaidaria do Castelo, ponto do programa do Festival MED). Por entre a assistência, duas visitas inesperadas: Nuno Júdice e Eduardo Prado Coelho. A sala foi pequena. Dizem que para o ano há mais. Assim, sim: a aposta pela cultura de excelência passa por aí.

      OBRA: España para ti... para siempre (1976; Crónica del desamor(1979); La función Delta (1981); Cinco años de País (1982); Te trataré como a una reina (1983); Media naranja (1985); Amado Amo. (1988); Temblor (1990); El nido de los sueños (1991); Bella y oscura (1993); La vida desnuda (1994); Historias de Mujeres (1995); Entrevistas (1996); La hija del caníbal (1997); Amantes y enemigos (1998); El viaje fantástico de Bárbara (1998); Las barbaridades de Bárbara (1998); Bárbara contra el doctor Colmillos (1998); Pasiones (1999); El corazón del Tártaro (2001); La loca de la casa (2003); Historia del rey transparente (2005).

      Traduções/português: Histórias de Mulheres, Histórias do Mar e A Louca da Casa (ASA); O Coração do Tártaro, Paixões, Amantes e Inimigos, e A Filha do Canibal (Presença)

      2006/06/28

      Festival Med, haja Deus! MED de Mediterrâneo

      Um excelente cartaz cultural em Loulé, em espaços antigos recuperados para o convívio, para a legria possível e para a troca de ideias. Têm tudo no site para tal criado - cliquem AQUI.

      O programa completo está AQUI (cliquem) mas tudo decorre aqui, neste mapa, vejam:

      2006/06/26

      Postal de Loulé, 1919. A Capela da Senhora de Santa Ana, ao fundo...

      Aconteceu hoje. O alfarrabista que, há anos, nos alimenta gavetas e estantes com memórias seleccionadas, levantou a mão abanando um postal como se fosse troféu raro: «Tenho aqui coisa de Loulé, para si! Um postal de 1919...» Uma vista de Loulé, quase de certeza tomada do Castelo (ainda sem as ameias do acrescento), vendo-se ao fundo a Capela da Senhora de Santa Ana, agora ao que parece a ser recuperada. No verso, uma linda caligrafia, palavras em tinta lilaz - com algum esforço ainda se ouve o aparo a raspar... Aqui vai postal e palavras.

      (Façam dois cliques sobre a foto que a imagem encherá o ecrã)


      Região Sul... de Betunes com sentido obrigatório on line

      Região Sul continua com uma das melhores páginas de informação on line clique AQUI. Com redacção em Betunes e dirigido por José Mateus Moreno que alguma vez convidaremos para uma das nossas reuniões em Lisboa, a versão diária do jornal Região Sul dá um grande jeito para os louletanos que queiram saber coisas da Terra.

      Filipa, uma louletana em Machu Picchu!

      Baboso, muito baboso - e com razão - o advogado louletano Manuel Farinho Dias com o blog da sua filha Filipa (na foto com a camisola de Portugal, bem lá longe!.

      Filpa dá contas de uma viagem singular - cliquem AQUI.

      Bem escrito e com excelentes fotografias, mas, sobretudo, há por ali inteligência e sensibilidade, ou a Filipa não seja gente louletana.

      Boa viagem para a Filipa e para o João!

      E prova de que bem naquele lá longe veste a camisola, leiam o último bilhete da Filipa:

      Olá a todos,

      Estivemos hoje em Machu Picchu, e só conseguimos ver a primeira parte do Portugal x Holanda. Depois da expulsao do Costinha, foram 4 horas de comboio a roer as unhas, até chegarmos de novo a Cusco e no hotel recebermos a boa notícia...

      Portugal! Portugal! Portugal!

      PS: o Machu Picchu também foi muito giro... :)

      2006/06/23

      Reunião de Maio de 2003! Para recordar

      Louletanos em Lisboa, no encontro de 8 de maio de 2003, na Ordem dos Engenheiros. Vale a pena passar os olhos.